terça-feira, 31 de março de 2009


(referente à aula do dia 16/01/09)

Construir uma reflexão (por escrito) a partir das questões "eu tenho um corpo" ou "eu sou um corpo"? Reflitam as idéias a partir das experiências, leituras, etc... Não há certo ou errado em sentido escrito. Lembrem-se que a idéia é construir conhecimento.

Em discurssão em grupo, com nossa razão humana acreditamos que somos um corpo, que é uma estrutura física da qual não possuimos um total domínio. Nosso corpo tem limites e muitas vezes sentimos dores e cançasos involuntariamente. É difícil tentar ter controle sob tais movimentos e momentos, todavia, enxergamos também uma possibilidade de termos um corpo, já que temos o livre arbítrio de querer e/ou poder modificá-lo. Talvez, mais importante do que definir esse conceito é saber fazer bom uso de seu corpo e realmente percebê-lo como seu.
(Francisca Wandresa, Mariana Xavier e Renato Mesquita)
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"O prazer mais refinado é o prazer pelo corpo: prazer sexual,
prazer da comida, prazer de ouvir, prazer de ver as coisas..."
Profª. Rita de Cássia

2ª Atividade: texto 1 - Dança, terapia e educação: caminhos cruzados.


(referente à aula do dia 09/01/09)



"...fui construindo por intemédio da dança me permitir afiançar que ao mudar minha relação com o meu corpo mudei minha relação com o meu entrono, com o meu mundo [...] No momento em que dou espaço para que meu corpo se manifeste como um todo, com todos os seus conteúdos da vida orgânicam psíquica e afetiva, posso ganhar certo distanciamento das emoções para transformá-las em forma."



CALAZAN, Castilho e Gomes. Dança e Educação em Movimento. São Paulo: Cortez, 2008.





"Quem não ouve a melodia acha maluco quem dança..."
Oswaldo Montenegro


1ª Atividade: Memorial.

(referente à aula do dia 12/12/08)

Meu nome é Mariana Xavier Soares e nesse presente momento tenho 20 anos. Sou filha de pais professores, Soares e Vilma, foram estes os principais responsáveis pela minha formação pessoal e moral. Tenho ainda uma irmã e dois irmãos (eles somente por parte de pai). Esses formam a minha família, a qual eu só agradeço por serem tão marvilhosos, por estarem me apoiando em minhas decisões e se colocando sempre à minha disposição.


Comecei a estudar desde pequenininha, aos 2 anos. Era um comlégio tradicional, colégio de freiras, e foi lá que passei os grandes momentos de descobertas e alegrias da infância. Professoras, festas, amigos que marcaram por toda uma vida. Quando fui cursar a 4ª série do ensino fundamental meus pais me mudaram de colégio. Ainda era um colégio tradicional, mas mais liberal. Sentia muita falta do meu antigo colégio, era a primeira vez que eu tava tendo que lidar com uma mudança tão grande. Acabei me adaptando depois de algum tempo, consquistando e sendo conquistada aos poucos pelas pessoas, lá fiz aulas jazz e jogava no time de vôlei, foi lá que sai da infância pra adolescência.


Lembro-me e insisto em falar das relações entre aluno x professor e família x escola. Era um colégio particular e “de bairro”, essa proximidade fazia com que tivéssemos mais liberdade para nos expressar, para demonstrarmos quem éramos e ser reconhecidos por nossas qualidades e defeitos. Talvez, na época eu nem reconhecesse isso, mas depois de passar por outras experiências percebo hoje a diferença que faz ser reconhecido pelo que você é, na confiança que depositavam em nós e não apenas em ser mais um ou simplesmente um número de matrícula.


No ensino médio mudei novamente de colégio, vi e vivi novos ares, me fazia bem toda aquela descoberta do desconhecido. Foi nesse colégio que conclui meu ensino médio e passei os tormentos do que iria escolher para meu futuro, era tão novinha e me sentia insegura da responsabilidade de decisão. Minha primeira opção foi fazer Jornalismo, mas acabei não passando, já Pedagogia foi escolhida pela insistência de uma (melhor) amiga que me garantiu passarmos mais alguns anos estudando juntas. Entrei e ela não! Apesar do receio que tive, do medo da decepção profissional, das dificuldades que bem sei que os professores passam (experiência em casa) encarei e resolvi apostar. Hoje estou estagiando no método de ensino Kumon, apesar de não ser uma prática em sala de aula, mas pelo menos estou atuando na minha área de formação. Gosto do que faço, me encanto cada vez mais com as crianças e me surpreendo com a maneira de aprendizado de cada uma.


Quem eu sou no curso? Eu ainda estou querendo me encontrar, pelo menos a certeza de gostar do curso eu tenho, mas sinto que algo me falta. Se ainda não me encontrei no curso, menos ainda sei na disciplina, o nome é grande e bonito, espero que supere minhas expectativas e me faça uma pessoa realizada.


O que sempre quis e estou buscando é uma realização profissional, independente de qual seja. Não quero sair para trabalhar frustrada, quero utilizar o que tive a oportunidade de aprender com o maior orgulho para fazer e dar o meu melhor.



"O espelho me diz que envelheci, mas que mal pode existir em ter histórias p'ra contar...?"


(Rosa de Saron)

Meu primeiro post! ;)
Que emoção, sempre quis ter um blog, mas junto com o sempre vinha também a preguiça.
Resolvi fazê-lo agora em decorrência da disciplina que estou fazendo no meu curso de Pedagogia. A disciplina de Corporeidade e Psicomotricidade me pedia um portfólio [ E o que é um portfólio? Tive que ir buscar instruções para entender esse método de avaliação proporcionado pela professora. Pois bem, "O portfólio ou porta-fólio é um dos procedimentos de avaliação condizente com a avaliação formativa; é uma coleção proposital do trabalho do aluno que conta a história dos seus esforços, progresso ou desempenho em uma determinada área"¹. ]
Achei meio complicado no início definir uma temática para a realização do trabalho, mas como ficou a critério do aluno escolher a melhor maneira de realizar o seu portfólio, escolhi usar a internet, mas especificamente um blog. Eu que tanto passo horas em frente a um computador, por que não usar agora em meu favor, né?
Bem, espero que depois das postagem necessárias para cumprir minha meta eu continue empolgada com o blog.
¹ VILLAS BOAS, Benigna Maria de Freitas. Portfólio, avaliação e trabalho pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 2004.
PS: E eu sinceramente espero que minha professora chegue a ler tudo! ;*
"Todo trabalho nobre é, no início, impossível !"

(Thomas Carlyle)