sábado, 25 de abril de 2009

Não foi um adeus ;) foi somente um até logo!

Encerramento da disciplina de Corporeidade e Psicomotricidade com a professora Rita de Cássia, que aliás, foi ótimo!
Pelas brincadeiras, micos, descontração, comida e principalmente pelas pessoas da turma.
Vaaaleu! \o/


PS: na foto tá faltando muita gente da turma ;\

Beijo e saudade! ;*














domingo, 19 de abril de 2009

12ª Atividade - aula teórica.

(referente às aulas dos dia 03/04 e 17/04)

Terapia:
-Teor macanicista
-Influências da psicanálise
-Influências das teorias de desenvolvimento Wallon e Piaget: relação interação

Educacional:
- Teor mecanicista
- Prevenção de distúrbios
- Ação do psicomotricista visa evitar istalação de problemas
- Estudo do desenvolvimento psicomotor
- Associação de desenvolvimento psicomotor e aprendizagem escolar

Desenvolvimento psicomotor:
- Durante os estágios iniciais da vida (+/- 8 e 9 anos)
- A pessoa constrói mediante a interação com o meio cultural e físico.
Os chamados fatores/elementos psicomotores.

Cognição/corpo/movimento/afetividade:

  • Esquema corporal
  • Lateralidade
  • Estruturação espacial
  • Estruturação temporal
  • Praxias (cordenação motora)

(Esse conteúdo já não faz parte do que era obrigatório para o portfólio, mas como eu tenho a possibilidade de postar, aqui o fiz, ok?)

sábado, 4 de abril de 2009

11ª Atividade - Auto-avaliação.
A disciplina de Corporeidade e Psicomotricidade era bem aguardada por mim, estava meio receosa e ao mesmo tempo tranqüila, mas venhamos e convenhamos com um nome grande desse até assusta qualquer pessoa.

Agora, ao final do semestre, percebo quão foi importante e proveitoso o conteúdo estudado na disciplina. Desde o primeiro contato que tive com a aula, percebi que para compreender os assuntos bastava estar presente nas aulas, ouvir a riqueza de conhecimentos que a professora tinha a nos oferecer (é professora, você se garante!) e assim, chegar ao final com uma carga de conhecimento intelectual apurada.

Achei interessante a maneira da professora se portar na sala e com os alunos, a relação foi de muito respeito, com uma leve intimidade, mas sempre mantendo uma verdadeira relação horizontal. Sinto-me privilegiada em ter tido a chance de participar dessas aulas e com essa turma, aliás, que turma! Facilitava pra todos a participação desta, que era alegria das sextas-feiras, mesmo sendo o horário ABCD não se tornou cansativa em instante algum.

As disciplinas relacionadas à psicologia são de muito agrado por minha parte e creio que tiro de mais um final de disciplina um aprendizado que quero carregar comigo por todo o meu trabalho docente, não me limitando ao que foi somente estudado, mas querendo estar sempre buscando uma melhoria pessoal.

Nota: 9,0
"A maneira de desenvolver auto-confiança é fazer o que você teme, e obter um registro de experiências que foram bem-sucedidas."
(Lowell Thomas)

sexta-feira, 3 de abril de 2009

10ª Atividade: aula prática.

(referente à aula do dia 20/03/09)

A aula prática acho que foi surpresa para toda a turma. Foi bom para percebermos nossos movimentos, os sons, o contato mais próximo com os colegas. Passamos meses ao lado deles e quase nunca temos essa oportunidade de entrosamento, descontração e melhor ainda, numa aula.
Tanto a atividade de relaxamento, de percepção, dos depoimentos dados foram importantes para fortalecer com alegria o que já vinhamos estudando durante a disciplina.
O desagrado foi o espaço, pois sendo na própria sala de aula, não havia condições para a realização adequada das atividades, por exemplo, sentar no chão.
Mesmo assim a disciplina de Corporeidade e Psicomotricidade saiu das aulas teóricas e se destinguiu esse semestre pela sua riqueza em conhecimento e ao mesmo tempo na leveza da percepção dos mesmos.



9ª Atividade: Gattaca - a Experiência Genética
(filme de Andrew Niccol, 1997)


(referente à aula do dia 06/03/09)


Eu, particularmente, não gosto de filmes de ficção científica, todavia Gattaca é muito bom, ele introduz um novo tema na ficção científica atual: a genética, tema este que mostra uma realidade não tão distante assim de nós. O filme fez com que eu adentrasse a tudo aquilo que eu assistia espantada e surpresa, com que eu me questionasse as possibilidades de realmente haver essa troca de identidades e a incansável busca pela perfeição. Gattaca faz com que repensemos no conceito de corpo, vida e, principalmente, futuro.
8ª Atividade: texto 4 - Pensar o corpo.

(referente à aula do dia 20/02/09)


  • É sobre o corpo que convergem tantos interesses sociais e econômicos, assim como é sobre ele que se acumula toda uma série de práticas e de discursos;
  • Um corpo, enfim, que não coincide com o nosso corpo real, porque é antes um corpo idealizado e perfeito;
  • Cada imagem do corpo, emanado do desejo de uma sociedade de erigi-lo em norma, foi desejável em sua época e repudiada depois da transição para um outro paradigma;
  • Se as normas culturais se inscrevem desde sempre no corpo. o fato novo tem a ver, hoje, com a amplitude do fenômeno e com o reforço dos critérios estéticos e éticos de controle aplicados aos corpos;
  • A cultura inscreve-se no corpo a fim de modelá-lo e socializá-lo com base em suas regras e suas normas;
  • É a partir da infância que o corpo é formado, pois ele é o lugar em que a mão do adulto marca a criança, é o primeiro espaço em que se impõem os limites sociais e psicológicos dados à sua conduta, ele é o emblema em que a cultura vem inscrever seus sinais como outros tantos brasões;
  • Toda postura e todo movimento corporal é resultado de uma construção social;
  • "Montagens físio-psico-sociológicas de séries de atos" que são "obra da razão prática coletiva e individual";
  • A imagem contemporânea da beleza ideal escila entre o modelo minimalista dos manequins e o modelo atlético dos bodybuilders;
  • Quase ninguém está completammente satisfeito com seu aspecto físico e muitas pessoas estão prontas a fazer tudo para modificar seus corpo e poder assim, esperar conquistar amor, sucesso e felicidade.

MARZANO-PARISOLI, Maria Michela. Pensar o corpo; tradução de Lúcia M. Endlich Orth - Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

7ª Atividade: texto 3 (construção do mural).

(referente à aula do dia 13/02/09)

O mural no blog vai ser um pouquinho diferente. Alguns aspectos relevantes (ar, descanço, comida, diversão, etc) para o corpo vão estar aqui presentes na letra de uma música.

Marisa Monte - Não é proibido ♪♪

Jujuba, bananada, pipoca,

Cocada, queijadinha, sorvete,

Chiclete, sundae de chocolate

Paçoca, mariola, quindim,

Frumelo, doce de abóbora com coco,

Bala juquinha, algodão doce, manjar

Venha pra cá, venha comigo,

A hora é pra já, não é proibido,

Vou te contar, tá divertido,

Pode chegar

Uh, uh, uh

Vai ser nesse fim de semana,

Manda um e-mail para a Joana vir

Uh, uh, uh

Não precisa bancar bacana,

Fala para o Peixoto chegar aí

Traz todo mundo,

Tá liberado,

É so chegar

Traz toda gente,

Tá convidado,

É pra dançar

Toda tristeza,

Deixa lá fora,

Chega pra cá.

Indicação: http://www.youtube.com/watch?v=LU-EjxApZhY

6ª Atividade: texto 3 - A pedagogia postural e corporal.

(referente à aula do dia 06/02/09)


  • A pedagogia da postura corporal começa com exercícios repetitivos que têm por intuito controlar, dominar e sossegar o movimento corporal;
  • Apostura está aqui em função de ordenar e dominar o movimento;
  • A postura ereta é tomada como o jetivo dessa maneira pedagógica;
  • A fragilidade da infância, seu estado sem defesa, se vê contrastada pelas vigorosas regras pedagóicas;
  • O imaginário social acerca do corpo vai ganhando forma entrelaçado com os preceitos religiosos e morais;
  • A representação postural adquire o estatuto de representação divina;

LEVIN, Esteban. A infância em cena: constituição do sujeito e desenvolvimento psicomotor. Petrópolis(RJ). Vozes, 1997.

"Haja hoje para tanto ontem"

Paulo Leminski


5ª Atividade: texto 2 (discussão).


(referente à aula do dia 30/01/09)


Depois de estudado o texto, a turma foi dividida em pequenos grupos para escolher e discutir sobre as formas de "corpo objeto".


Meu grupo escolheu o "corpo objeto de rendimento".


Nossa sociedade capitalista mais do que nunca busca pela perfeição do corpo, este no qual é a fonte de 'riqueza' para muitas pessoas. Render é o que importa, faz com que lhes incluam na sociedade e permaneçam nela por mais tempo, para isso os corpos precisam estar preparados fisica e psicologicamente para a grande carga horária de trabalho.
(Francisca Wandresa, Mariana Xavier e Sanara Colares)

A foto retrata bem a ganância do poder através dos corpos.
4ª Atividade: texto 2 - Corporeidade e lazer: a perda do sentimento de culpa.

(referente à aula do dia 23/01/09)

- Analisar o fenômeno corporeidade é adentrar aos símbolos e signos que estão tatuados no corpo ao longo do tempo;
- O ser humano, por produzir cultura e história, ao mesmo tempo em que é modificado por essa cultura e essa história que produz, recebe marcas que estão presentes em seu modo de se relacionar com os outros e com o mundo;
- Lazer pode ser elemento constitutivo da corporeidade; ao longo do tempo, conhecer o corpo significava invadi-lo em sua intimidade e, nessa invasão, era permitido manipulá-lo de todas as formas;

Formas de conhecer o corpo:

Corpo Objeto manipulável


Corpo Objeto mecânico


Corpo Objeto de rendimento


Corpo Objeto especializado


Corpo Obejto burro - corpo alienado



- Motricidade Humana é uma área de conhecimento transdisciplinar encarregada do "estudo do ser humano que se movimenta intencionalmente na direção de sua auto-superação";
- A motricidade poderá apoiar os processos educativos para um "saber" e um "fazer" lazer; vida e mundo se confundem na existencialidade;
- No lazer, ou desfrutamos na sua íntegra, ou ele não consegue se apresentar como lazer em sua plenitude verdadeira forma;
- Vivenciar o lazer é condição de qualidade de vida, assim como o direito ao trabalho; do mesmo modo que posso ser respeitado pela minha produção, devo ser respeitado por meus momentos de nada fazer.


MOREIRA, W.W. Corporeidade e lazer: a perda do sentimento de culpa. R. bras. Ci e Mov. 2003; 11(3):85-90.

terça-feira, 31 de março de 2009


(referente à aula do dia 16/01/09)

Construir uma reflexão (por escrito) a partir das questões "eu tenho um corpo" ou "eu sou um corpo"? Reflitam as idéias a partir das experiências, leituras, etc... Não há certo ou errado em sentido escrito. Lembrem-se que a idéia é construir conhecimento.

Em discurssão em grupo, com nossa razão humana acreditamos que somos um corpo, que é uma estrutura física da qual não possuimos um total domínio. Nosso corpo tem limites e muitas vezes sentimos dores e cançasos involuntariamente. É difícil tentar ter controle sob tais movimentos e momentos, todavia, enxergamos também uma possibilidade de termos um corpo, já que temos o livre arbítrio de querer e/ou poder modificá-lo. Talvez, mais importante do que definir esse conceito é saber fazer bom uso de seu corpo e realmente percebê-lo como seu.
(Francisca Wandresa, Mariana Xavier e Renato Mesquita)
______________________

"O prazer mais refinado é o prazer pelo corpo: prazer sexual,
prazer da comida, prazer de ouvir, prazer de ver as coisas..."
Profª. Rita de Cássia

2ª Atividade: texto 1 - Dança, terapia e educação: caminhos cruzados.


(referente à aula do dia 09/01/09)



"...fui construindo por intemédio da dança me permitir afiançar que ao mudar minha relação com o meu corpo mudei minha relação com o meu entrono, com o meu mundo [...] No momento em que dou espaço para que meu corpo se manifeste como um todo, com todos os seus conteúdos da vida orgânicam psíquica e afetiva, posso ganhar certo distanciamento das emoções para transformá-las em forma."



CALAZAN, Castilho e Gomes. Dança e Educação em Movimento. São Paulo: Cortez, 2008.





"Quem não ouve a melodia acha maluco quem dança..."
Oswaldo Montenegro


1ª Atividade: Memorial.

(referente à aula do dia 12/12/08)

Meu nome é Mariana Xavier Soares e nesse presente momento tenho 20 anos. Sou filha de pais professores, Soares e Vilma, foram estes os principais responsáveis pela minha formação pessoal e moral. Tenho ainda uma irmã e dois irmãos (eles somente por parte de pai). Esses formam a minha família, a qual eu só agradeço por serem tão marvilhosos, por estarem me apoiando em minhas decisões e se colocando sempre à minha disposição.


Comecei a estudar desde pequenininha, aos 2 anos. Era um comlégio tradicional, colégio de freiras, e foi lá que passei os grandes momentos de descobertas e alegrias da infância. Professoras, festas, amigos que marcaram por toda uma vida. Quando fui cursar a 4ª série do ensino fundamental meus pais me mudaram de colégio. Ainda era um colégio tradicional, mas mais liberal. Sentia muita falta do meu antigo colégio, era a primeira vez que eu tava tendo que lidar com uma mudança tão grande. Acabei me adaptando depois de algum tempo, consquistando e sendo conquistada aos poucos pelas pessoas, lá fiz aulas jazz e jogava no time de vôlei, foi lá que sai da infância pra adolescência.


Lembro-me e insisto em falar das relações entre aluno x professor e família x escola. Era um colégio particular e “de bairro”, essa proximidade fazia com que tivéssemos mais liberdade para nos expressar, para demonstrarmos quem éramos e ser reconhecidos por nossas qualidades e defeitos. Talvez, na época eu nem reconhecesse isso, mas depois de passar por outras experiências percebo hoje a diferença que faz ser reconhecido pelo que você é, na confiança que depositavam em nós e não apenas em ser mais um ou simplesmente um número de matrícula.


No ensino médio mudei novamente de colégio, vi e vivi novos ares, me fazia bem toda aquela descoberta do desconhecido. Foi nesse colégio que conclui meu ensino médio e passei os tormentos do que iria escolher para meu futuro, era tão novinha e me sentia insegura da responsabilidade de decisão. Minha primeira opção foi fazer Jornalismo, mas acabei não passando, já Pedagogia foi escolhida pela insistência de uma (melhor) amiga que me garantiu passarmos mais alguns anos estudando juntas. Entrei e ela não! Apesar do receio que tive, do medo da decepção profissional, das dificuldades que bem sei que os professores passam (experiência em casa) encarei e resolvi apostar. Hoje estou estagiando no método de ensino Kumon, apesar de não ser uma prática em sala de aula, mas pelo menos estou atuando na minha área de formação. Gosto do que faço, me encanto cada vez mais com as crianças e me surpreendo com a maneira de aprendizado de cada uma.


Quem eu sou no curso? Eu ainda estou querendo me encontrar, pelo menos a certeza de gostar do curso eu tenho, mas sinto que algo me falta. Se ainda não me encontrei no curso, menos ainda sei na disciplina, o nome é grande e bonito, espero que supere minhas expectativas e me faça uma pessoa realizada.


O que sempre quis e estou buscando é uma realização profissional, independente de qual seja. Não quero sair para trabalhar frustrada, quero utilizar o que tive a oportunidade de aprender com o maior orgulho para fazer e dar o meu melhor.



"O espelho me diz que envelheci, mas que mal pode existir em ter histórias p'ra contar...?"


(Rosa de Saron)

Meu primeiro post! ;)
Que emoção, sempre quis ter um blog, mas junto com o sempre vinha também a preguiça.
Resolvi fazê-lo agora em decorrência da disciplina que estou fazendo no meu curso de Pedagogia. A disciplina de Corporeidade e Psicomotricidade me pedia um portfólio [ E o que é um portfólio? Tive que ir buscar instruções para entender esse método de avaliação proporcionado pela professora. Pois bem, "O portfólio ou porta-fólio é um dos procedimentos de avaliação condizente com a avaliação formativa; é uma coleção proposital do trabalho do aluno que conta a história dos seus esforços, progresso ou desempenho em uma determinada área"¹. ]
Achei meio complicado no início definir uma temática para a realização do trabalho, mas como ficou a critério do aluno escolher a melhor maneira de realizar o seu portfólio, escolhi usar a internet, mas especificamente um blog. Eu que tanto passo horas em frente a um computador, por que não usar agora em meu favor, né?
Bem, espero que depois das postagem necessárias para cumprir minha meta eu continue empolgada com o blog.
¹ VILLAS BOAS, Benigna Maria de Freitas. Portfólio, avaliação e trabalho pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 2004.
PS: E eu sinceramente espero que minha professora chegue a ler tudo! ;*
"Todo trabalho nobre é, no início, impossível !"

(Thomas Carlyle)